O Islamismo é hoje um dos maiores desafios para as missões mundiais, além de ser a segunda maior religião do mundo com 1,6 bilhões de adeptos, é também a religião que mais cresce, esse crescimento dar-se por três motivos:

  1. O recuo do Cristianismo frente aos avanços da filosofia e da ciência modernas, que deixou um vácuo na consciência religiosa do ocidental, vácuo este que foi preenchido por outras religiões.
  2. Intensa imigração de muçulmanos para países da Europa e das Américas, já que os imigrantes geralmente constituem família nos países para qual imigraram.
  3. A alta taxa de natalidade das famílias muçulmanas. Devido os avanços da sociedade moderna, a taxa de mortalidade diminuiu em todo o mundo, mas, ao passo que os casais liberais diminuíram o número de filhos, os muçulmanos ortodoxos continuam formando grandes famílias, pois não praticam anticoncepção e creem que Deus deseja a proliferação da humanidade. 

Mulheres de burkaAssim o Islamismo não é mais somente uma preocupação dos missionários que laboram em países de etnia árabe, mas também dos que são enviados para países da Europa. Dados alarmantes mostram que devido às altas taxas de natalidade dos muçulmanos em detrimento as baixas taxas de natalidade dos nativos de alguns países, a possibilidade de em poucas décadas a maior parte da população desses países ser islâmica, culminando na extinção da cultura do país. Isso significa que em muitos países onde atualmente o Evangelho pode ser pregado, em pouco tempo não será mais possível, pelo menos com a mesma liberdade.

Diante desses fatores a Igreja Brasileira herda o ultimato de enviar e apoiar missionários para países do velho continente, com dois objetivos:

  1. Trabalhar entre os nativos revitalizando o Cristianismo sufocado pela cultura pós-modernistas nesses países.
  2. Evangelizar os imigrantes desses países, inclusive os de sua própria nacionalidade, equilibrando assim a balança imigratória que ameaça a cultura desses países.

Alguns dos países em que possuímos missionários já possuem em sua população parcelas preocupantes de pessoas mulçumanas como a França com 7% e a Suíça com 4,5%, a principio estes números podem não nos saltar aos olhos, mas quando comparadas as taxas de natalidade dos mulçumanos com os demais habitantes desses países a projeção se mostram alarmantes, um estudo realizado pelo Instituto Hudson em 2011 mostrou que na França o Islã deverá ser a religião dominante em dez anos, deixando o domínio católico para trás.

Os governos desses países conscientes disso vêm adotando medidas para tentar barrar o aumento de imigrantes, na França a custo do Hooligans_01Estado foi introduzindo medidas para conter a exteriorização das expressões culturais e religiosas dos novos imigrantes. A verdade é uma larga franja da população muçulmana não só se manifesta avessa à sua completa integração social, como afirma que não se identifica com os valores republicanos e a cultura francesa. A polémica em torno da proibição do véu nas escolas é, neste contexto, um caso emblemático de um mal estar generalizado. A Suíça foi ainda mais longe nesta lógica segregacionista votando uma lei que impede a naturalização dos filhos dos imigrantes que há três gerações residem neste país. A questão não era grave quando os imigrantes eram europeus, estes limitavam-se a regressar aos seus países de origem. O que parece não quererem a maioria dos imigrantes que são oriundos de África, Ásia ou América Latina. Acontece que o seu número não tem parado de aumentar, o que não tardará a provocar um aumento das tensões raciais nestes países.

Entendemos assim algumas das necessidades que tornam imperativo o envio de missionários para países do velho continente, consciente dessas necessidades a SEMADESE, na pessoa do nosso Presidente o Dr. Virgínio de Carvalho Neto, tem trabalhado para enviar missionários para países da Europa, e através da Missão Reviver apoiado e revitalizado a obra missionária em países europeus.

Oremos para que o Senhor guarde a vida de nossos missionários e de nosso Pastor, e para que Ele mande mais ceifeiros, pois grande é a seara e poucos os ceifeiros.

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