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Aqueles que se dispõe a trabalhar para o crescimento do Reino de Deus sabem que muitas vezes colocam suas vidas em risco para anunciar as novas de salvação, essa não é nenh8uma novidade, sabemos que alguns discípulos e primeiros cristãos foram martirizados por amor a Cristo.

Dificuldades de aprendizado da língua e dos costumes dos nativos, dificuldades financeiras, distancias geográficas, isolamento e solidão, são algumas das barreiras já enfrentadas pelos missionários que estão no oeste africano, mas recentemente esses estão em ameaça de terem a sua saúde agravada pela maior epidemia do vírus Ebola.

O primeiro registro do vírus, segundo afirma a organização Medicas Sem Fronteiras- MSF, foi no ano de 1976 no Sudão e na República do Congo países do continente africano, região próxima do Rio Ebola, de onde derivou-se o nome, esta doença se espalhou através de contatos com morcegos infectados, e desde a sua primeira aparição já mostrou a sua força letal, dos quase 600 casos registrados 436 pessoas morreram.

A dificuldade em diagnosticar a doença é que os seus sintomas são bem comuns a outras doenças, são eles: início repentino de febre, fraqueza, dor muscular, dores de cabeça e inflamação na garganta. Isso é seguido por vômitos, diarreia, coceiras, deficiência nas funções hepáticas e renais e, em alguns casos, sangramento interno e externo. Um diagnóstico preciso só é possível através de exames laboratoriais.

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Vírus do ebola visto em microscópio

Outro agravante é o fácil contagio que acontece através de contatos com fluidos corporais de pacientes infectados, exigindo daqueles que se aproximam dos doentes que usem luvas, óculos e roupas especiais para a sua proteção, além de que o tratamento só ameniza os sintomas, pois não há remédios específicos ou vacinas.

Neste último surto que estamos acompanhando pelos noticiários, nos informamos que os países que estão sofrendo mais intensamente com esta epidemia são: Guiné-Conacri, Serra Leoa e Libéria, onde a Organização Mundial de Saúde, registrou até o dia 12/09, 2.400 casos de mortes, além dos países estarem em situação mais delicada ainda, pois uma das medidas para a contenção da doença é o fechamento das fronteiras tanto locais, bairros interditados, quanto nacionais, carregamentos de suprimentos são impedidos de entrar no país, espalhando a fome e a falta de auxilio a população infectada.

Esta situação exige da igreja um despertamento para orar de forma intercessoria pelos missionários dessa região e pelo nosso pastor presidente Virgínio de Carvalho que estará viajando no próximo mês para o continente Africano, indo a Burkina Fasso, pais que está a menos de 1.500 Km distancia da zona de contaminação.

Os missionários estão distantes de sua terra natal muitas vezes em eminência de risco, mas estes foram enviados por uma Igreja que está na retaguarda apoiando-os financeiramente, em oração, pedindo a Deus para que os guardar.